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Começo lhes fazendo uma pergunta:
Sem o que vocês não poderiam viver?
Bom, a pergunta pode ter sido um tanto clichê, mas não me refiro a coisas essenciais nas nossas vidas - como pai, mãe, amigos, etc – me refiro a coisas um tanto quanto simples, mas que pra você são essenciais.
Antes de responder contarei um pouco a meu respeito:
Herdei meu nome de Carolina Bevilácqua, minha trisavó, que veio de Vêneto quando criança para o interior do RS, ainda no século XIX. O Poll, herdei de Roberto Poll, meu tatatataravô (se é que não me perdi nos “tá”), que veio da Prússia em 1881.
Curiosidades históricas a parte, curso Design Visual na UFRGS – este curso existe, caso não saibas. Entrei na 1ª turma, em 2006 e tenho muitos comentários a respeito dessa vida de cobaia, mas isso fica para outros posts. O design entrou na minha vida há bastante tempo, e apesar da pouca experiência, posso afirmar que estou na profissão certa.
Mas enfim, agora que sabes um pouquinho sobre mim, posso explicar a razão de existência deste blog, e posso também responder a pergunta que lhes fiz acima.
Vontade de escrever eu tinha há algum tempo, mas entre os inúmeros créditos, o estágio e o italiano não encontrei tempo para isto (ou a preguiça foi maior). Porém, a vida nos prega peças e cá estou, criando este Blog para uma disciplina da faculdade – cujo nome, de tão complexo, esqueci! Mas pretendo dar continuidade e não me ater e detalhes acadêmicos.
Falarei portando, de design em geral – web, gráfico, produto – e tudo mais que achar relevante.
Mas voltemos a pergunta anterior: Sem o que vocês não poderiam viver? Pra muitos é uma bobagem, mas eu não vivo sem uma lapiseira 0.5 e uma folha de papel.
Claro que isso se deve muito a minha profissão – eu não desenho bem, mas não crio absolutamente nada sem desenhar (nem que sejam garranchos que só eu entendo). Aliás, nem escrever eu escrevo se não for a mão primeiro (agora por exemplo, é um excessão, pois estou impossibilitada).
O porque disso muitas teorias explicam. Eu acredito que as idéias fluem de maneira muito mais natural, afinal o mouse é uma máquina e, por mais que tentemos, ele não segue os comandos do nosso cérebro da mesma forma que nossas mãos. E é ai que, acredito eu, está a diferença entre um Designer e um Operador de Softwares Gráficos.
E você, o que pensa a respeito?
Deixo-lhes com uma frase que vi no MSN de um contato:
Desligue o computador, a pessoa que continuar trabalhando é Designer, a outra não!
Até mais!
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